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por Marcos Pichatelli
Artigo | 21 de outubro de 2013

Big Data e Analytics: o segredo está nas perguntas

Engana-se quem entende Big Data, em especial a tecnologia analytics, como algo estático, padronizado e imutável

O Big Data está em alta. Esse fenômeno tecnológico ocupa cada vez mais espaço em discussões de mercado, em eventos do segmento de Tecnologia da Informação e, claro, nas salas de reunião de companhias de diversos setores. Antes restrito à pauta dos CIOs e gestores de tecnologia das grandes corporações, o Big Data tem rompido fronteiras para se tornar aliado de áreas como Marketing e Vendas. Não é de se admirar.

Uma tecnologia como essa, capaz de provocar impactos organizacionais notáveis, transformando imensos volumes de dados desestruturados em informações estratégicas, haveria de despertar o interesse e os investimentos de quem não tem tempo a perder.

O Big Data, hoje, encurta distância entre os dados e os usuários e reduz o acúmulo de trabalho da TI. Não há mais longas esperas e planilhas ininteligíveis. A informação é, enfim, democratizada e está ao alcance daqueles que a procuram.

Engana-se, porém, os que entendem o Big Data, em especial a tecnologia Analytics, como algo estático, padronizado e imutável. Um erro comum, que pode custar a uma companhia a frustrante percepção de ter em mãos um mundo de dados, sem saber o que fazer com eles ou entender quais dentre essas informações são valiosas a seu negócio.

Em recente estudo realizado pelo SAS, apenas 12% das empresas que já possuem o Big Data afirmaram contar com uma estratégia de negócios clara e definida para otimizar o potencial dessa tecnologia. Além disso, segundo os mesmos entrevistados, 9% acreditavam que a qualidade dos dados disponíveis para análise ainda é extremamente ineficiente. Estudos do IDC (International Data Corporation) corroboram esses indicadores e mostram que atualmente menos de 1% dos dados potenciais que poderiam ser analisados pelo Big Data são aproveitados pelas companhias.

O que há de errado neste cenário? Qual seria, então, o melhor caminho para efetivamente tornar o Big Data um divisor de águas para uma organização?

O segredo do Big Data está nas perguntas certas. É nas questões endereçadas pelos decisores a seus próprios negócios que está a chave para o sucesso no uso dessa ferramenta. O que é, afinal, Big Data e Analytics para a minha empresa? Quais são as minhas necessidades e como é possível utilizar os benefícios dessa tecnologia para suprir estas demandas?

O Big Data deve ser relativizado. Precisa ser repensado, customizado, construído e adaptado pelas companhias. Eles devem ser moldados de acordo com a estratégia de cada empresa. Pesquisa recente da IDC aponta que 31% das companhias que atuam no Brasil têm problemas graves em suas operações e que poderiam ser resolvidos com o uso de inteligência analítica. Entretanto, 43% das empresas estão avaliando ou já investiram em Big Data.

O momento é favorável, o mercado está em expansão a cada dia. Estima-se que, apenas em 2013, o Big Data deverá movimentar 11 bilhões de dólares em todo o mundo. Deste volume, 258 milhões apenas no Brasil.

Estamos falando da terceira plataforma, da velocidade somada à inteligência analítica, do uso inédito da correlação de dados como o grande diferencial no processo de tomada de decisão. Estamos lidando com novas perspectivas, sistemas e soluções com maior assertividade, navegabilidade e uma interface absolutamente amigável. É uma ruptura, uma nova forma de se fazer negócios. Tudo isso impulsionado pelo fenômeno Big Data. Uma verdadeira revolução, que está apenas começando.

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