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Cada companhia tem uma maneira de lidar com o processo que envolve fusões e aquisições. É algo participar a cada uma delas e o que as diferencia também. No mercado de tecnologia, a EMC, normalmente, é lembrada pela não-agressividade e por respeitar a cultura das empresas compradas. Maior exemplo, a VMware segue tendo uma operação independente. Para explicar como a EMC pensa suas aquisições, o vice-presidente para o desenvolvimento corporativo, Matthew Otton fez uma apresentação para um pequeno grupo de jornalistas durante o EMC World 2011.
A construção do portfólio da empresa passa por aquisições. De 2003 até hoje, a EMC investiu US$ 14 bilhões em cerca de 50 aquisições. Muitas delas que colocaram a companhia na rota da computação em nuvem, como a especialista em virtualização VMware e a RSA, focada em segurança. Além disto, nos últimos oito anos, a empresa destinou US$ 10,5 bilhões para pesquisa e desenvolvimento. “Você tem de executar corretamente”, frisou Olton, que trabalha na EMC há dez anos.
A estratégia de aquisição toma como base, segundo o executivo, os talentos da empresa em vista. “Nós não compramos faturamento, mas melhores produtos, times e práticas”, enfatizou. Olton atribuiu ao DNA da EMC os resultados — que considera positivos — das integrações. “Nós trabalhamos duro para construir a reputação e fazer com que as empresas adquiridas cresçam.”
Empresas fora dos Estados Unidos também são analisadas. Olton dá uma dica para quem quer fazer parte do portfólio da EMC: “para ser notado você precisa tornar-se parceiro e trabalhar junto conosco”.
A jornalista viajou aos Estados Unidos a convite da EMC.