PL dos Cibercrimes é falho e pouco deve mudar o cenário corporativo
Cultura e identidade são fundamentais em inovação colaborativa
O hardware open source é a próxima grande sacada da TI corporativa?
5 maneiras de construir uma equipe de TI mais forte
CIO: exija do provedor um SLA completo em cloud
CIOs híbridos: o futuro da TI?
Abertas as inscrições para o prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI
CIO é essencial para adoção de cloud, afirma Locaweb
Brasília disponibiliza serviço de internet gratuito em pontos de ônibus
Exército Brasileiro inicia teste em rede 4G
CIO tem dupla função: TI não basta?
Ferramentas de gestão de cloud: três pontos de alerta
Com a promessa de entregar dados realmente em tempo real, a tecnologia in-memory tem ganhado força na indústria de TI. Se antes a SAP era a que mais abordava o assunto, até pelo investimento feito no Hana (high performance analytic appliance), hoje novos nomes endossam essa iniciativa. Uma das companhias que tem se preparado para este momento é a também alemã Software AG. O objetivo é agilizar os processos de tomada de decisão.
A entrada da companhia neste mercado ocorreu ainda em maio deste ano, após a compra da Terracota, considerada uma das grandes aquisições recentes da Software AG. “Com a memória cada vez mais barata, é possível aproveitar a vantagem de agilidade que ela oferece, evitando o acesso sequencial ao banco de dados (tradicional) que é mais pesado e demorado”, confirma o CTO da empresa Wolfram Jost, em apresentação para jornalistas na sede da companhia em Darmstadt, Alemanha. “Fizemos a aquisição por acreditar nesta tecnologia.”
Diferente da compatriota, entretanto, a Software AG parece não querer antecipar o que pode acontecer com esta tecnologia e colocá-la como forte substituta do banco de dados tradicional. Recentemente, em entrevista à InformationWeek Brasil, o CTO da Teradata, Stephen Brobst, disse acreditar muito no in-memory, mas que não via o conceito substituindo um BD SQL, por exemplo. O executivo afirmou que seria complicado, mas que a tecnologia era excelente para soluções de análise.
Jost, da Software AG, segue linha parecida. Ele acredita que os CIOs terão grande vantagem ao usar o in-memory para informações mais acessadas, acelerando a tomada de decisões. “O negócio é colocar no in-memory o dado que não passará por transformação, mas que precisa ser consultado e isso tem que ser rápido”, avalia. “No futuro, não acredito que haverá muita escolha em relação ao uso do in-memory pela velocidade de acesso à informação. E o banco de dados seria usado para coisas menos acessadas. É difícil fazer previsões, mas acredito nessa tecnologia. As vantagens são muitas, você reduz custo e com muito mais agilidade.”
*O jornalista viajou à Darmstadt (Alemanha) a convite da Software AG