Os três “C”s do relacionamento empresarial
Papel dos CFOs em investimento de TI cresceu a partir de 2011
Brasil: instalador falso do Chrome rouba dados bancários
PL dos Cibercrimes é falho e pouco deve mudar o cenário corporativo
Cultura e identidade são fundamentais em inovação colaborativa
O hardware open source é a próxima grande sacada da TI corporativa?
5 maneiras de construir uma equipe de TI mais forte
CIO: exija do provedor um SLA completo em cloud
CIOs híbridos: o futuro da TI?
Abertas as inscrições para o prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI
CIO é essencial para adoção de cloud, afirma Locaweb
Brasília disponibiliza serviço de internet gratuito em pontos de ônibus
A história de sucesso de parceria entre o grupo Assa e a SAP para melhor atender o mercado varejista fez com que as companhias firmassem uma nova aliança para oferecer serviços diferenciados, desta vez, para o setor financeiro. Após sete anos trabalhando juntas, as empresas enxergaram uma grande demanda por novas estratégias digitais e juntaram forças e conhecimentos para levar aos bancos da América Latina opções de interconexão entre as atividades de front-office e os sistemas de back-office, com um processamento de baixo custo e em tempo real.
Considerado por Márcio Caputo, vice-presidente do grupo Assa, um setor dinâmico por se transformar com frequência, foi visto nas instituições financeiras, por tanto, o desejo por um parceiro que as ajudassem nessa mudança de processos de negócios impulsionada por ferramentas de TI.
“O portfólio de soluções da SAP para bancos oferece um ambiente para incorporar novas tecnologias, controlar processos bancários centrais e ampliar o alcance das operações para integrá-las com todos os canais disponíveis de maneira simples e padronizada. Fornece ferramentas para integração, controle da informação e administração de relações personalizadas com clientes, o que serve para acelerar o desenvolvimento de produtos e serviços multicanais. Junto a isso está o conhecimento do Assa em desenvolvimento comercial”, relata Caputo.
Primeiramente, a aliança estará funcionando na Argentina, Chile e México. Desta forma, o VP do grupo espera amadurecer a estratégia nesses países para então passar a atender o setor financeiro brasileiro. Para não perder o foco, as companhias optaram por começar a atuação conjunta gradativamente. No caso especificamente do Brasil, existe a questão da regulamentação que precisa ser estudada, segundo o executivo.
“Esse nível diferenciado de regulamentação requer uma evolução da aliança para poder atender o país. Ao contrário do que aconteceu com o trabalho conjunto realizado com o mercado varejista”.
Atualmente os primeiros países privilegiados da América Latina são os quais o grupo Assa possui sua operação já estabelecida. Através das filiações Argentina, Chile e México a empresa atende cerca de 30 outros países.
Estimativas e desafios
Embora o grupo Assa e a SAP estejam estudando os números, para o primeiro ano de funcionamento, Caputo estima que o setor financeiro represente cerca de 5% dos seus negócios, sendo que 20% hoje são representados pelo mercado varejista.
Para o VP do grupo, os desafios para que este número aconteça é a conquista de novos clientes. “Os desafios têm dois lados: primeiro é conquistar clientes e desenvolver novos negócios e o negócio, de fato, é ter time e mão de obra qualificada para transformar o projeto num sucesso”.
Caputo está otimista com base no passado recente da receptividade do mercado à sua oferta de transformação de processos, agora impulsionada com a parceria da SAP tanto para formação de pessoas como de tecnologia. O executivo espera que esse passado recente possa ser multiplicado no decorrer dos anos. “Vamos crescer bastante forte nos primeiros anos com essa parceria e troca de experiências”, conclui.