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O debate em torno dos novos termos de privacidade dos serviços do Google tem sido grande. Situação, aliás, que o gigante das buscas e outras empresas de internet se habituaram a enfrentar, especialmente, nos Estados Unidos, onde a preocupação com as informações dos usuários tem sido cada vez maior. Aqui no Brasil, questionamos a companhia sobre o impacto de tais mudanças no dia a dia das empresas, visto que, cada vez mais, grandes corporações aderem aos aplicativos em nuvem dos Google.
“Clientes de enterprise que utilizam Google Apps tanto para Governo, Negócios ou Educação têm contratos individuais que definem como nós armazenamos e tratamos seus dados”, explicou a empresa. “Como sempre, o Google mantém os dados de nossos clientes empresariais em conformidade com a confidencialidade e segurança fornecida por seus domínios. Os novos termos de serviço não mudam os acordos contratuais, que sempre balizaram as políticas de privacidade do Google para clientes de enterprise.”
Do ponto de vista dos usuários de forma geral, a companhia explicou como, dentro das novas regras, a pessoa pode manter o anonimato durante a navegação na web. “O usuário pode usar o modo anônimo de navegação, que está disponível em diversos browsers (Chrome, Firefox etc), ou então pode, simplesmente, usar os serviços do Google sem estar logado em sua conta Google. Google Mapas, a Busca e o YouTube, por exemplo, não precisam que você esteja conectado para utilizar.”