Os três “C”s do relacionamento empresarial
Papel dos CFOs em investimento de TI cresceu a partir de 2011
Brasil: instalador falso do Chrome rouba dados bancários
PL dos Cibercrimes é falho e pouco deve mudar o cenário corporativo
Cultura e identidade são fundamentais em inovação colaborativa
O hardware open source é a próxima grande sacada da TI corporativa?
5 maneiras de construir uma equipe de TI mais forte
CIO: exija do provedor um SLA completo em cloud
CIOs híbridos: o futuro da TI?
Abertas as inscrições para o prêmio As 100+ Inovadoras no Uso de TI
CIO é essencial para adoção de cloud, afirma Locaweb
Brasília disponibiliza serviço de internet gratuito em pontos de ônibus
Muitas organizações, ou melhor dizendo, muitos profissionais de segurança implementam planos de continuidade, com os seus mais famosos nomes e significados, sem a existência de uma Política para a Continuidade do Negócio. Esses planos serão um fracasso? Talvez não, porque as organizações estão muito carentes de ações de continuidade. Mas, com certeza não será uma ação sustentável nem uma abordagem profissional adequada.
A organização precisa aprender e ser cobrada para definir o que deseja em termos de continuidade de negócio. Para isto deve definir a política de continuidade de negócio que é um conjunto de diretrizes. Depois é que deve ser feito o plano de continuidade, que é um conjunto de ações e atividades que indicará como a organização procederá quando de uma indisponibilidade de recursos.
Ora, você leitor poderá pensar, mas ter um plano de continuidade é indiscutível. A empresa precisa! Concordarei, porém a questão é: qual o plano de continuidade que a organização precisa e qual o plano que a organização deseja implantar?
A primeira questão que confunde todos os profissionais são os diversos nomes que se utiliza para ações de continuidade, normalmente em inglês: disaster recovery, business continuity, continuity plan e (and) IT recovery. Todas essas ações buscam a continuidade de recursos. O que diferencia é o escopo e o cenário. Recomendo chamar de plano de continuidade e especificar o cenário e o escopo considerado.
Mas, antes de tudo é necessário ter a Política de Continuidade de Negócio, onde a organização definirá formalmente responsabilidades de pessoas e áreas, frequência de testes, garantia da manutenção e o escopo que o plano de continuidade da organização deva considerar. A partir daí pode-se desenvolver um plano ou vários planos em etapas para atender o que a organização deseja.
Como em todas as dimensões de segurança da informação, o plano de continuidade deve existir para atender ao negócio. Ele não existe por causa da área de segurança, ou da área de tecnologia da informação ou para o ego de algum profissional. Ele existe pelo negócio. Somente assim a organização construirá, implantará e terá condições de manter um palno de continuidade efetivo.
Como sempre digo: cada organização tem o plano de continuidade que merece!
Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC, MSc
Núcleo Consultoria em Segurança
edison@pobox.com
Edison Fontes, CISM, CISA é profissional de segurança da informação desde 1989. Tem atuado como Security Officer, orientador acadêmico e consultor. É colunista do site IT Web e seu segundo livro “Segurança da Informação: o usuário faz a diferença!” têm por objetivo a conscientização das pessoas e apresenta exemplos reais.
Estratégia, Gestão e Inovação
Estratégia, gestão e inovação
Bem vindo
Sérgio Alexandre Simões
Sérgio Alexandre Simões
Você está gerindo a TI como um negócio?
Gestão de SI
Ricardo Castro
Você tem um modelinho para... Política de Segurança da Informação?
Edison Fontes
Edison Fontes
A organização e seus fornecedores: um elemento único!
Gestão inteligente
Adriano Neves
Diminui a maturidade em Gestão de Projetos de Software