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A TI sempre foi pressionada a fazer mais por menos. Uma das maneiras para se conseguir isso é ser criativo. As ideias que viram inovação geralmente vem de ato de estar sempre olhando para o mercado e analisando novas tecnologias. Não trata-se de copiar algo pronto ou testado; é pegar uma boa ideia e buscar formas de melhorias até se chegar a uma solução de sucesso.
BPMS (business process management systems) é uma destas boas ideias. Conseguir implantá-lo e obter todos os benefícios que ela promete, é inovação. Há mais de dez anos fornecedores desse tipo de solução prometem viabilizar os benefícios dos programas de melhoria dos processos. Mas a evolução esbarrou, em minha opinião, na onda de reaproveitamento dos serviços, o tal do SOA. Seus
conceitos, e principalmente a sua aplicabilidade, criou confusão e insegurança até mesmos em CIOs experientes.
Agora o mercado vive outro momento. Fabricantes das soluções de BPMS chamados de “pure-play” voltaram a ser avaliados e adotados.
Mas houve uma época que só falava-se neles. O que chama a atenção do mercado é a junção de diversos fatores que podem
finalmente tornar realidade esta promessa antiga.
BPMS é uma ferramenta para construir um aplicativo de processo. Se entendermos assim, teremos mais chance de entregar algo palpável e concreto. Nada de recomendações em papel e deixar para outros o fazer acontecer. Um sistema automatiza uma sequência das atividades e garante o cumprimento do processo. O BPMS fornece indicadores que permitem às empresas mais controle e agilidade.
Outro fator é a implantação. Usando os mesmos conceitos de agilidade no desenvolvimento do Scrum, algumas soluções de BPMS
possuem arquitetura compartilhada. Este conceito muda a conversa entre a TI e negócio. Como em todo desenvolvimento de sistemas, a implantação do BPMS exige trabalho colaborativo para entregar os projetos de forma mais rápida e com custo baixo. Esta arquitetura modular permite alterações ágeis, seja uma nova regra, alteração no processo ou até um indicador definido por um gestor de negócio.
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Laurence Liu possui mais de 12 anos de experiência em projetos de estratégia de TI e implementação de sistemas, exercendo cargos executivos na Tivit e EDS. Atualmente é responsável por duas linhas de serviços na área de consultoria de tecnologia da Deloitte: BPMS (análise, desenho e implementação de sistemas de BPM e BAM) e Estratégia de TI (desenvolvimento de planos estratégicos de TI, revisão de arquitetura empresarial, seleção de sistemas, otimização de infraestrutura de TI e Call Center). É
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